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Fibra para os prédios e casas do Ceará

 

Velocidades de acesso à internet acima de 100 Megabits por segundo (Mbps) são o sonho de qualquer internauta. Poder livrar-se da longa espera à frente da tela ao utilizar os novos serviços de vídeo sob demanda em alta definição e outros conteúdos online tem sido até agora um privilégio restrito aos usuários de países como a Coreia do Sul, onde a banda ultralarga já é realidade nas residências.

No Brasil, conexões de alta velocidade geralmente só chegam a grandes corporações ou instituições de pesquisa. Mas, se depender das pretensões da empresa cearense Baydenet, esse cenário deve começar a mudar a partir deste ano. A empresa quer ser a primeira a levar o acesso à internet em banda ultralarga através de fibra ótica até a residência dos cearenses. A tecnologia utilizada - chamada FTTH (sigla em inglês para "fibra para o lar") - substitui e supera em vantagens os cabos de cobre, os cabos coaxiais e a transmissão via rádio, utilizados na oferta do acesso à internet por operadoras de telefonia, empresas de TV a cabo e outros provedores locais.

Segundo o diretor comercial da Baydenet, Sayde Bayde, a empresa já está com alguns projetos piloto sendo testados em condomínios do bairro Aldeota, em Fortaleza, e no município de Eusébio. De início, as conexões devem chegar a prédios comerciais e condomínios residenciais. Um destes, segundo Bayde, deve ficar pronto em dois meses, já contando com a rede de fibra pré-instalada, disponível aos novos moradores.

Triple play

A ideia é oferecer tanto acesso à internet quanto serviços de TV por assinatura e telefonia - o chamado pacote "triple play". O diretor comercial diz que esses serviços poderão chegar a ser lançados promocionalmente por um custo abaixo de R$ 100 mensais. Os preços normais para este tipo de conexão podem variar entre R$ 150 e R$ 300.

O investimento na tecnologia FTTH faz parte de uma nova estratégia da Baydenet. A empresa, que nasceu como um provedor de acesso à internet (com o nome "Baydenet"), passou a atuar no segmento corporativo ao enfrentar a concorrência de grandes operadoras de banda larga para o usuário doméstico. Agora, a empresa quer revisitar a origem. "Queremos voltar para o mercado de varejo em Fortaleza. A gente quer encarar as grandes", afirma Sayde Bayde.

No Brasil, a tecnologia FTTH já é utilizada pela operadora Telefônica, em São Paulo. A companhia atende 11,5 mil clientes atualmente e está focada na meta de estender sua rede a 1 milhão de usuários nos próximos cinco anos.

O investimento para oferecer a tecnologia de banda ultra-larga através de fibra ótica até o usuário residencial está sendo viável graças à redução do preço do material, segundo explica o diretor comercial da Baydenet. O cabo de 48 fios utilizado pela empresa teve seu custo reduzido em 50%, passando de R$ 12 para R$ 6 o metro.

COPA DE 2014
Sedes podem ter conexão de 100Mbps

O governo pretende aproveitar as grandes obras que serão realizadas na preparação para a Copa do Mundo de 2014 para ampliar a rede de fibras óticas do país. A intenção é levar internet de banda larga de até 100 Mbps para as 12 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014 durante o torneio - entre elas está Fortaleza. O projeto custará ao país, entre investimentos públicos e privados, 200 milhões de reais.

Segundo já afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a velocidade de 100 Mbps indica, porém, uma estimativa que, não necessariamente, será a velocidade real das conexões em todas as cidades contempladas.

Ainda segundo o ministro, a intenção é de que já na Copa das Confederações, que acontece daqui a dois anos no Brasil, as cidade do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Porto Alegre já recebam este serviço de modo a testar a funcionalidade do programa. "Depois da Copa, vamos ter uma estrutura que comporta projetos que qualquer país do mundo tem hoje. Nós vamos construir essa infraestrutura de forma a dotar essas cidades de conexões ultrarrápidas. Elas ficarão com esse legado. Mas nós não podemos montar internet ultrarrápida para uma região e deixar o resto fora. Queremos serviço oferecido em larga escala no país. E barato", disse o ministro.

Meses atrás, Bernardo já havia apontado a precariedade da rede de distribuição (backhaul) em cidades de menor porte como uma preocupação. Ele também destacou a necessidade de dar condições para o aumento da velocidade da banda larga, a preços mais acessíveis. A previsão é de que o Estado e a iniciativa privada invistam cerca de R$ 7 bilhões apenas nessas frentes. Desse total, ele estima que o Estado invista R$ 4 bilhões, ao longo de quatro anos.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1012605

 

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